queridos alunos, sempre digo a vocês que o que afirmam ser sertanejo (a cultura de massa transforma quaquer Quasímodo em um Adônis), não tem nada a ver com a verdadeira música sertaneja - e que somos obrigados a chamá-la de "raiz"). Vejam que maravilha de encontro entre o erudito com nossa música (deliciosa) caipira:
o priemeiro vídeo é da Orquestra Paulistana (da cidade de São Paulo) de Viola Caipira, os dois seguintes da OSESP (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo).
Perfil
Bacharel e Licenciada em Ciências Sociais, especialista em Projetos Pedagógicos com o Uso das Novas Tecnologias e Educação à Distância. Mestre em Educação: Currículo (linha de pesquisa Novas Tecnologias e Educação). Professora aposentada pela SEESP (Sociologia) e professora universitária. O blog só tem como objetivo ampliar as discussões em sala de aula.
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sábado, 23 de junho de 2012
sábado, 22 de outubro de 2011
Antropofagia é a prova dos nove
Tem exposição sobre Oswald de Andrade no Museu da Língua Portuguesa se você não foi ô sinhô, então vá!
Oswald é a alma da Semana de Arte Moderna, a fina flor do Modernismo Brasileiro. O escritor alertava para a valorização das raízes nacionais, para a necessidade que nossas raízes seja o ponto de partida para a produção de nossa arte (os sertanojos nunca ouviram falar dele, parece). Expôs suas idéias estéticas basicamente no “Prefácio Interessantíssimo” de sua obra Paulicéia Desvairada, publicada em 1922:
“Belo da arte: arbitrário convencional, transitório - questão de moda. Belo da natureza: imutável, objetivo, natural - tem a eternidade que a natureza tiver. Arte não consegue reproduzir natureza, nem este é seu fim. Todos os grandes artistas, ora conscientes (Rafael das Madonas, Rodin de Balzac.Beethoven da Pastoral, Machado de Assis do Braz Cubas) ora inconscientes ( a grande maioria) foram deformadores da natureza. Donde infiro que o belo artístico será tanto mais artístico, tanto mais subjetivo quanto mais se afastar do belo natural. Outros infiram o que quiserem. Pouco me importa”. (Mário de Andrade, Poesias Completas)
Na Semana de Arte Moderna, ocorrida nos dias 13, 15 e 17 de fevereiro de 1922, no Teatro Municipal de São Paulo, os trabalhos ferveram as águas modorrentas do ambiente cultural da época. Choveu hortaliças podres sobre os artistas (Vítor Brecheret, Anita Malfatti, Di Cavalcanti, John Graz, Martins Ribeiro, Zina Aita, João Fernando de Almeida Prado, Ignácio da Costa Ferreira, Vicente do Rego Monteiro e Di Cavalcanti...).
Bem, espíritos animados, publicou o Manifesto Antropofágico na Revista Antropofagia (1928). A ideia central era que se devorasse a cultura e as técnicas importadas e se reelaborasse e transformasse, com autonomia, a cultura importada em exportável, à semelhança dos indígenas antropófagos que comiam o inimigo, supondo que assim estavam assimilando suas qualidades. A idéia do manifesto surgiu quando Tarsila do Amaral, para presentear o então marido Oswald de Andrade, deu-lhe como presente de aniversário a tela Abaporu (aba = homem; poru = que come).
O texto do manifesto:
Só a Antropofagia nos une. Socialmente. Economicamente. Filosoficamente.
Única lei do mundo. Expressão mascarada de todos os individualismos, de todos os coletivismos. De todas as religiões. De todos os tratados de paz.
Tupi, or not tupi that is the question.
Contra todas as catequeses. E contra a mãe dos Gracos.
Só me interessa o que não é meu. Lei do homem. Lei do antropófago.
Estamos fatigados de todos os maridos católicos suspeitosos postos em drama. Freud acabou com o enigma mulher e com outros sustos da psicologia impressa.
O que atropelava a verdade era a roupa, o impermeável entre o mundo interior e o mundo exterior. A reação contra o homem vestido. O cinema americano informará.
Filhos do sol, mãe dos viventes. Encontrados e amados ferozmente, com toda a hipocrisia da saudade, pelos imigrados, pelos traficados e pelos touristes. No país da cobra grande.
Foi porque nunca tivemos gramáticas, nem coleções de velhos vegetais. E nunca soubemos o que era urbano, suburbano, fronteiriço e continental. Preguiçosos no mapa-múndi do Brasil.
Uma consciência participante, uma rítmica religiosa.
Contra todos os importadores de consciência enlatada. A existência palpável da vida. E a mentalidade pré-lógica para o Sr. Lévy-Bruhl estudar.
Queremos a Revolução Caraiba. Maior que a Revolução Francesa. A unificação de todas as revoltas eficazes na direção do homem. Sem n6s a Europa não teria sequer a sua pobre declaração dos direitos do homem.
A idade de ouro anunciada pela América. A idade de ouro. E todas as girls.
Filiação. O contato com o Brasil Caraíba. Ori Villegaignon print terre. Montaig-ne. O homem natural. Rousseau. Da Revolução Francesa ao Romantismo, à Revolução Bolchevista, à Revolução Surrealista e ao bárbaro tecnizado de Keyserling. Caminhamos..
Nunca fomos catequizados. Vivemos através de um direito sonâmbulo. Fizemos Cristo nascer na Bahia. Ou em Belém do Pará.
Mas nunca admitimos o nascimento da lógica entre nós.
Contra o Padre Vieira. Autor do nosso primeiro empréstimo, para ganhar comissão. O rei-analfabeto dissera-lhe : ponha isso no papel mas sem muita lábia. Fez-se o empréstimo. Gravou-se o açúcar brasileiro. Vieira deixou o dinheiro em Portugal e nos trouxe a lábia.
O espírito recusa-se a conceber o espírito sem o corpo. O antropomorfismo. Necessidade da vacina antropofágica. Para o equilíbrio contra as religiões de meridiano. E as inquisições exteriores.
Só podemos atender ao mundo orecular.
Tínhamos a justiça codificação da vingança. A ciência codificação da Magia. Antropofagia. A transformação permanente do Tabu em totem.
Contra o mundo reversível e as idéias objetivadas. Cadaverizadas. O stop do pensamento que é dinâmico. O indivíduo vitima do sistema. Fonte das injustiças clássicas. Das injustiças românticas. E o esquecimento das conquistas interiores.
Roteiros. Roteiros. Roteiros. Roteiros. Roteiros. Roteiros. Roteiros.
O instinto Caraíba.
Morte e vida das hipóteses. Da equação eu parte do Cosmos ao axioma Cosmos parte do eu. Subsistência. Conhecimento. Antropofagia.
Contra as elites vegetais. Em comunicação com o solo.
Nunca fomos catequizados. Fizemos foi Carnaval. O índio vestido de senador do Império. Fingindo de Pitt. Ou figurando nas óperas de Alencar cheio de bons sentimentos portugueses.
Já tínhamos o comunismo. Já tínhamos a língua surrealista. A idade de ouro.
Catiti Catiti
Imara Notiá
Notiá Imara
Ipeju*
A magia e a vida. Tínhamos a relação e a distribuição dos bens físicos, dos bens morais, dos bens dignários. E sabíamos transpor o mistério e a morte com o auxílio de algumas formas gramaticais.
Perguntei a um homem o que era o Direito. Ele me respondeu que era a garantia do exercício da possibilidade. Esse homem chamava-se Galli Mathias. Comia.
Só não há determinismo onde há mistério. Mas que temos nós com isso?
Contra as histórias do homem que começam no Cabo Finisterra. O mundo não datado. Não rubricado. Sem Napoleão. Sem César.
A fixação do progresso por meio de catálogos e aparelhos de televisão. Só a maquinaria. E os transfusores de sangue.
Contra as sublimações antagônicas. Trazidas nas caravelas.
Contra a verdade dos povos missionários, definida pela sagacidade de um antropófago, o Visconde de Cairu: – É mentira muitas vezes repetida.
Mas não foram cruzados que vieram. Foram fugitivos de uma civilização que estamos comendo, porque somos fortes e vingativos como o Jabuti.
Se Deus é a consciênda do Universo Incriado, Guaraci é a mãe dos viventes. Jaci é a mãe dos vegetais.
Não tivemos especulação. Mas tínhamos adivinhação. Tínhamos Política que é a ciência da distribuição. E um sistema social-planetário.
As migrações. A fuga dos estados tediosos. Contra as escleroses urbanas. Contra os Conservatórios e o tédio especulativo.
De William James e Voronoff. A transfiguração do Tabu em totem. Antropofagia.
O pater famílias e a criação da Moral da Cegonha: Ignorância real das coisas+ fala de imaginação + sentimento de autoridade ante a prole curiosa.
É preciso partir de um profundo ateísmo para se chegar à idéia de Deus. Mas a caraíba não precisava. Porque tinha Guaraci.
O objetivo criado reage com os Anjos da Queda. Depois Moisés divaga. Que temos nós com isso?
Antes dos portugueses descobrirem o Brasil, o Brasil tinha descoberto a felicidade.
Contra o índio de tocheiro. O índio filho de Maria, afilhado de Catarina de Médicis e genro de D. Antônio de Mariz.
A alegria é a prova dos nove.
No matriarcado de Pindorama.
Contra a Memória fonte do costume. A experiência pessoal renovada.
Somos concretistas. As idéias tomam conta, reagem, queimam gente nas praças públicas. Suprimarnos as idéias e as outras paralisias. Pelos roteiros. Acreditar nos sinais, acreditar nos instrumentos e nas estrelas.
Contra Goethe, a mãe dos Gracos, e a Corte de D. João VI.
A alegria é a prova dos nove.
A luta entre o que se chamaria Incriado e a Criatura – ilustrada pela contradição permanente do homem e o seu Tabu. O amor cotidiano e o modusvivendi capitalista. Antropofagia. Absorção do inimigo sacro. Para transformá-lo em totem. A humana aventura. A terrena finalidade. Porém, só as puras elites conseguiram realizar a antropofagia carnal, que traz em si o mais alto sentido da vida e evita todos os males identificados por Freud, males catequistas. O que se dá não é uma sublimação do instinto sexual. É a escala termométrica do instinto antropofágico. De carnal, ele se torna eletivo e cria a amizade. Afetivo, o amor. Especulativo, a ciência. Desvia-se e transfere-se. Chegamos ao aviltamento. A baixa antropofagia aglomerada nos pecados de catecismo – a inveja, a usura, a calúnia, o assassinato. Peste dos chamados povos cultos e cristianizados, é contra ela que estamos agindo. Antropófagos.
Contra Anchieta cantando as onze mil virgens do céu, na terra de Iracema, – o patriarca João Ramalho fundador de São Paulo.
A nossa independência ainda não foi proclamada. Frape típica de D. João VI: – Meu filho, põe essa coroa na tua cabeça, antes que algum aventureiro o faça! Expulsamos a dinastia. É preciso expulsar o espírito bragantino, as ordenações e o rapé de Maria da Fonte.
Contra a realidade social, vestida e opressora, cadastrada por Freud – a realidade sem complexos, sem loucura, sem prostituições e sem penitenciárias do matriarcado de Pindorama.
OSWALD DE ANDRADE Em Piratininga Ano 374 da Deglutição do Bispo Sardinha." (Revista de Antropofagia, Ano 1, No. 1, maio de 1928.)
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segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Mutatis "Mutantes"
Geniais, ainda, e semmmmpre. Rita Lee, perdeu! Tropicalistas desde o DNA: a alegria é a prova dos nove! Assisti pela TV a cabo a apresentação dos Mutantes neste Rock in Rio 2011, onde teve menos rock que eu desejava. Eles deveriam estar no palco Mundo, o que demonstra a falta de senso dos organizadores. Mas, o que esperar de um festival de rock que chama Cláudia Leite para tocar, e põe no balaio do rock qualquer um que toque/cante qualquer coisa, ou se chama Rock in Rio mas ocorreu anos em Portugal e na Espanha? Segue algumas coisas, minhas preferidas.
domingo, 25 de setembro de 2011
Música e Física com Novos Baianos
Novos Baianos eram representantes da nossa contracultura e de nossa melhor cultura popular. A música Mistério do Planeta, de Galvão e Moraes Moreira (acho que é do disco Acabou Chorare). Li que os versos desta música referem-se ao princípio da ação e reação da física de Isaac Newton: pela lei natural dos encontros, "eu deixo e recebo um tanto", ou seja, que toda ação tem uma reação proprocional à energia desprendida pela ação e vice-versa. Os versos também fazem referência à não-linearidade do tempo, conceitos da filosofia grega, bem como sobre a imutabilidade do tempo que encontramos na Teoria da Relatividade de Einstein (veja o verso "andando por todos os cantos"), segundo a qual, só é possível andar por todos os cantos em universo paralelo (onde poderíamos andar pelo teto), além de referências astrofísica do período renascentista (Galileu e Kepler), quando se descobriu sobre a rotação do planeta pela observação dos astros aos olhos nus ou com luneta.Segue cena de documentário Novos Baianos Futebol Clube, de Solano Ribeiro.
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sábado, 24 de setembro de 2011
Ariano Suassuna! quem não se conhece aceita ser definido pelo outro

Nosso Ariano, show de lucidez, deu esta entrevista:
Ariano Suassuna: “Defenderei a cultura brasileira até o fim”
No aniversário do Ipea, Ariano Suassuna elogiou iniciativas de disseminação do conhecimento. “Meti na cabeça que o povo brasileiro tinha me encarregado uma missão: de defender a cultura brasileira. Quis mostrar, então, que temos uma arte, uma dança, uma música de qualidade.” Foi assim, mostrando sua admiração pelo Brasil e seu povo, que Ariano Suassuna presenteou o público na comemoração dos 47 anos do Ipea, na tarde de 13 de setembro, na sede do Instituto, em Brasília.
[...]
O escritor e membro da Academia Brasileira de Letras disse estar preocupado com a massificação da cultura. “Essa invasão cultural baseada no gosto médio é a pior coisa que pode existir. Minha preocupação é antiga. Quando era jovem, e olha que faz muito tempo, havia um desprezo generalizado pelo Brasil e pelo seu povo. Os próprios brasileiros tinham esse preconceito contra o que a gente chama de cultura e arte brasileira.”
[...]
Alcance do Ipea
No início da cerimônia, a plateia assistiu ao documentário “Rotas do Ipea” que contava a historia de Danilo Bezerra Vieira, um jovem de 16 anos que montou uma biblioteca comunitária em sua casa, no município de Almino Afonso, interior do Rio Grande do Norte. O estudante escreveu ao Ipea pedindo livros e recebeu as publicações.
Após o filme, para a surpresa do público, Danilo foi chamado a comparecer ao palco e defendeu: “O conhecimento deve estar ao alcance de todos, inclusive na realidade rural. Quem visa a um país desenvolvido tem que começar com a educação. Eu acredito nisso e o Ipea também. Dei o pontapé com a biblioteca, porque acredito que essa é minha missão, assim como é do Ipea e de todos nós.” A ideia do jovem foi elogiada por Suassuna, que apontou a leitura como sua paixão desde a infância.
Fonte: http://www.ipea.gov.br/portal/
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quinta-feira, 21 de julho de 2011
Não confunda música sertaneja com música Sertaneja
O Brasil foi engolido pelos meios de comunicação de massa e pela indústria cultural. A falta de informação de uns, a alienação de outros, geraram um negócio esquisito, que está na esfera da cultura desenraizada e que perdeu a autenticidade - é o que podemos chamar de cultura do povo. Cultura popular é a cultura verdadeira do povo, e o brasileiro está esquecendo. Esquecer é o primeiro passo para a desmobilização e facilita os processos de dominação.
A cultura Sertaneja não é a cultura sertaneja. A Cultura Sertaneja é obrigada a se identificar como música de raiz (isto explica tudo, não?). A palavra "sertaneja" foi sequestrada pela cultura de massa, gerando a tal cultura do povo. É facil saber a diferença. A cultura "sertaneja" é aquela das pessoas fantasiadas de cowboy e cowgirl, o ritmo imitando as músicas country americana, essas coisas tristes e deprimentes.
A verdadeira cultura Sertaneja, a Cultura popular, a cultura resultado e criadora da nossa identidade a gente tem que chamar de raiz, de música caipira. Alguns exemplos:
Vieira e Vieirinha, os reis da Catira:
A cultura Sertaneja não é a cultura sertaneja. A Cultura Sertaneja é obrigada a se identificar como música de raiz (isto explica tudo, não?). A palavra "sertaneja" foi sequestrada pela cultura de massa, gerando a tal cultura do povo. É facil saber a diferença. A cultura "sertaneja" é aquela das pessoas fantasiadas de cowboy e cowgirl, o ritmo imitando as músicas country americana, essas coisas tristes e deprimentes.
A verdadeira cultura Sertaneja, a Cultura popular, a cultura resultado e criadora da nossa identidade a gente tem que chamar de raiz, de música caipira. Alguns exemplos:
Vieira e Vieirinha, os reis da Catira:
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terça-feira, 19 de julho de 2011
Portal Ciência & Vida - Filosofia, História, Psicologia e Sociologia - Editora Escala.
Portal Ciência & Vida - Filosofia, História, Psicologia e Sociologia - Editora Escala.
Uma as publicações mais importantes! Confira o artigo "Os desafios do ensino literário
Como a escola pode formar leitores diante das padronizações que minimizam a deliciosa experiência da leitura por prazer?" tema que podemos explorar ao trabalharmos os conteúdos referentes à cultura, cultura de massa, cultura popular, cultura erudita e cultura de classe (refere-se a cultura produzida por agentes promovedores da cultura popular, com vinculação às classes populares, não confunda com cultura do povo, já comprometida com a ideologia dos grupos dominantes - exemplo cultura caipira, antes chamada de sertaneja X cultura sertaneja - triste cópia da cultura norteamericana)
Uma as publicações mais importantes! Confira o artigo "Os desafios do ensino literário
Como a escola pode formar leitores diante das padronizações que minimizam a deliciosa experiência da leitura por prazer?" tema que podemos explorar ao trabalharmos os conteúdos referentes à cultura, cultura de massa, cultura popular, cultura erudita e cultura de classe (refere-se a cultura produzida por agentes promovedores da cultura popular, com vinculação às classes populares, não confunda com cultura do povo, já comprometida com a ideologia dos grupos dominantes - exemplo cultura caipira, antes chamada de sertaneja X cultura sertaneja - triste cópia da cultura norteamericana)
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