Perfil

Sou Maria Cristina. Fiz bacharelado e Licenciatura em Ciências Sociais, na PUC-SP, onde também fiz minha especialização em Projetos Pedagógicos com o Uso das Novas Tecnologias e o mestrado em Educação: Currículo (linha de pesquisa Novas Tecnologias e Educação). Professora da SEESP e professora universitária. O blog só tem como objetivo ampliar as discussões em sala de aula.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Bullying

Matéria do jornal VALOR ECONÔMICO ('Bullying' confunde áreas de saúde e educação) coloca que as consequências do assédio moral e físico, o famoso Bullying, sofrido por crianças e adolescentes no interior de escolas públicas ou privadas, que atualmente atingem os setores de saúde, assistência social e segurança. Ainda não existem no Brasil políticas públicas para prevenção e punição efetiva em relação ao problema, que já atinge cerca de 30% dos estudantes brasileiros, de acordo com a última Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (Pense/IBGE 2009);
O Valor Econômico aborda a falta de sintonia entre as áreas de saúde e educação para lidar com a questão, o que é preocupante, já que os governos têm pouca informação sobre a questão e existe o debate entre médicos e psicólogos se o bullying é um problema de saúde ou não, o padrão de diagnóstico e tratamento no sistema de saúde não é claro e especialistas avaliam que educadores e funcionários de escolas precisam de melhor formação para identificar e restringir a prática.
"Os pais não levam a criança no médico porque ela está sendo alvo de bullying, mas problemas decorrentes do ato acabam demandando serviços de saúde e cabe ao profissional do setor conhecê-lo para fazer o diagnóstico. O ideal seria orientar os pais e até entrar em contato com a escola", explica o médico-pediatra Aramis Lopes, especialista em bullying e dirigente da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). "Infelizmente, esse profissional de saúde, na rede pública e privada, não tem consciência para o caso. O bullying não passa na cabeça, principalmente do pediatra", diz.
Os praticantes desta ação criminosa são resultados da (falta de) ação da família, que terceirizou sua responsabilidade em socializar seus filhos: jogou toda a responsabilidade para a escola, pois confunde socialização primária - e formação de caráter, com Educação escolar. Como conseqüência os cofres públicos devem acudir, com todos os problemas que a saúde pública tem, as vítimas desta prática criminosa, sem a garantia de qualidade neste atendimento.
Confira a matéria integral em http://www.aasp.org.br/aasp/imprensa/clipping/cli_noticia.asp?idnot=9788

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