Perfil

Sou Maria Cristina. Fiz bacharelado e Licenciatura em Ciências Sociais, na PUC-SP, onde também fiz minha especialização em Projetos Pedagógicos com o Uso das Novas Tecnologias e o mestrado em Educação: Currículo (linha de pesquisa Novas Tecnologias e Educação). Professora da SEESP e professora universitária. O blog só tem como objetivo ampliar as discussões em sala de aula.

sábado, 1 de junho de 2013

Elson Costa: Tortura Nunca Mais!

Prezados,
segue a segunda parte do texto enviado pela querida Maria Helena, a meu pedido, sobre seu tio Elson Costa, corajoso militante politico e morto durante os anos da ditadura militar de 1964. O primeiro texto é sua memória afetiva (http://mariacristinaeduc.blogspot.com.br/2013/05/para-nunca-esquecer.html), que foi publicada primeiro para que aparecesse em seguida a este, nas postagens. Compartilhem.  E jamais esqueçam:


ELSON COSTA,  MILITANTE POLÍTICO

(1913-1975): Militante do Partido Comunista Brasileiro, dirigente quando desapareceu – PCB - desde os 17 anos, 8 anos de existência do partido. Era o responsável pelo setor de agitação e propaganda do PCB. Na manhã do dia 15 de janeiro de 1975, Elson foi preso no bar ao lado de sua casa, onde havia ido tomar café. Segundo o depoimento do ex-sargento do Exército, Marival Dias Chaves do Canto, do DOI-CODI/SP, publicado na Revista "Veja" de 18 de novembro de 1992, Elson foi levado para uma casa em Itapevi, centro clandestino da repressão ligado ao DOI-CODI/SP, onde foi submetido a todo tipo de tortura. Seu corpo foi banhado em álcool, queimado e afogado no rio Avaré[1].

Omissão – Era evidente a preocupação da CIA em desmantelar o PCB ao tentar cooptar vários de seus membros desde os anos 60. Segundo relatório, foram assediados pelo serviço americano os seguintes dirigentes: Severino Teodoro de Melo, Armênio Guedes, Orestes Timbaúba e Jarbas Holanda Cavalcanti. “Quantos outros foram abordados e se omitiram sobre o partido?”, questiona Hércules. De acordo com seu relatório, ao ser abordado, Cavalcanti teria ficado impressionado com o grau de conhecimento que os norte-americanos tinham dos dirigentes do PCB, o que o levou a cortar contato com o partido sob o argumento de que o Comitê Central estava minado. “Inicialmente, diziam-se interessados numa consultoria, mas logo percebi que o interesse era outro”, conta Jarbas. Com tantas desconfianças, até mesmo dirigentes do PCB que teriam sido mortos pela ditadura acabaram com seu papel histórico revisto pelo relatório de Hércules. Elson Costa é um deles. “A história do Elson é mesmo meio complicada”, admite Roberto Freire. Hércules levanta a suspeita de que Elson teria sido visto por militantes no Paraná, na década de 80. Ele também acha estranho que o coronel Ferdinando Carvalho, apesar de ter fotografado Elson em encontros com dirigentes no Paraná, em 1967, tenha deixado que ele fugisse do Estado. A posição da família de Elson aumenta as desconfianças. Ao contrário das demais famílias de desaparecidos, que tentam localizar os corpos, a viúva Aglaé Costa, de 90 anos, não gosta nem de ouvir falar do assunto. “Não temos nada a dizer, nem bem nem mal, sobre o Elson”, disse a ISTOÉ o advogado Creanto Souza, cunhado do ex-dirigente. Mas para o ex-agente Marival Dias, “o Elson foi morto em 1975 no aparelho de Itapevi”, garante.
Em meio a tantas incógnitas, ao sair do baú, o Relatório Hércules inicia uma discussão com mais de 30 anos de atraso sobre as quedas do PCB. Suas investigações e conclusões, no entanto, são vistas com restrições pelo PPS, legenda em que o Partidão se transformou, em 1992, e da qual o próprio Hércules
se desligou. “O fato principal é que houve uma política de extermínio contra militantes comunistas por parte da repressão. Não vamos agora fazer caça às bruxas internamente, o que eximiria a ditadura de culpa”, diz Roberto Freire[2].

Purificação da memória
A coluna de Rubens Ricupero[3] esclarece e evidencia a função da Comissão da Verdade: a purificação da memória e a reparação humanitária, a de poder enterrar, de forma digna, um parente.
A prisão de Elson Costa aconteceu porque em 13 de janeiro de 1975  a repressão localizou uma bem montada gráfica clandestina do Partido Comunista Brasileiro, debaixo de uma caixa d’água num sítio em que funcionava desde 1966. Ele foi levado para uma casa em Itapevi, centro clandestino da repressão ligado ao DOI-CODI/SP, onde foi submetido a todo tipo de tortura. Seu corpo foi banhado em álcool, queimado e afogado no rio Avaré, segundo os depoimentos  prestados à revista VEJA – e publicado em 18/11/1992 - por  Marival Dias Chaves do Canto em 18/11/1992, ex-sargento e ex-agente dos órgãos de informação do Exército, que relatou terríveis e esclarecedores relatos sobre a barbárie dos porões da ditadura.
 Sobre meu tio, reescrevo literalmente o que se encontra na revista:
Outro que está no rio é Elson Costa, assassinado em 1975. Ele era o encarregado da seção de agitação e propaganda do partido. Na casa de Itapevi, foi interrogado durante vinte dias e submetido a todo tipo de tortura e barbaridade. Seu corpo foi queimado. Banharam-no com álcool e tocaram fogo. Depois, Elson ainda recebeu a injeção para matar cavalo”.
Sua memória não tem sido purificada, pelo contrário. Por exemplo,  em reportagem divulgada pela ISTO É, em 31/03/2004[4], ele foi acusado de ter fugido e buscado asilo em outros estados – segundo a publicação, fato reforçado pela atitude da família, citando um cunhado. Não posso deixar de pensar na ironia disso tudo: na data da publicação e na acusação de fuga e abandono total da família. Repudio veementemente a ideia de abandono.
No início de 2002 as famílias dos desaparecidos políticos começaram a receber indenização do Estado. A esposa de meu tio também o fez, o que significa um aceite do Estado de sua responsabilidade na morte de Elson Costa. No entanto, nunca foi esclarecida oficialmente sua morte e nem o local onde se encontra o seu corpo. Temos um atestado de óbito, no qual consta “desaparecido político”, que desejamos trocar por um que ateste o que realmente aconteceu, morte sob tortura e corpo escondido pela ditadura.
Reforço Ricupero: não se trata de desejo de vingança, mas o de purificar a memória de Elson Costa, poder honrá-lo e sepultá-lo. Por amor e humanidade, tão somente.


DADOS

2) CNBB: http://www.desaparecidospoliticos.org.br/pessoa.php?id=281&m=33)http://pcb.org.br/fdr/index.php?option=com_content&view=article&id=411:material-apreendido-durante-prisao-de-elson-costa&catid=1:historia-do-pcb
(documentos apreendidos na casa de Elson Costa)
NOTÍCIAS
1)Auditoria da Marinha absolve acusados do PC. Folha de S. Paulo, São Paulo, 21 set. 1978. Com carimbo do arquivo do DOPS. O Conselho Permanente de Justiça absolve, por prescrição da ação penal, Luiz Carlos Prestes, Marco Antônio Tavares Coelho, Dimas de Assunção Perrim, João Massena Melo, Elson Costa, Orlando Rosa, David Capistrano, Luiz Inácio Maranhão Filho, Hiran de Lima, Itair José Veloso, Jaime Amorim, entre outros. O Comitê Brasileiro pela Anistia convocou para uma entrevista coletiva os familiares de desaparecidos que constam na lista de absolvidos com a intenção de apelarem junto ao governo no sentido de obter informações sobre o paradeiro de seus familiares.
2) Pessoa desaparecida. O Estado de S. Paulo, São Paulo, 11 mar. 1975. Apelo de Aglaé de Souza Costa, esposa de Elson, pedindo pistas do paradeiro de seu marido. Elson foi sequestrado por alguns homens, próximo a sua residência. Nenhuma informação foi conseguida nos órgãos de segurança pública.
OBS: o Estado publicou uma foto com o apelo da esposa sem cobrar pelo anúncio, por ordem de Rui Mesquita.
3) Bernadette, Scheila. CNBB apela para responsabilidade civil. Sem fonte, 25 mar. 1992. Dom Luciano, presidente da CNBB, afirmou à Comissão Externa dos Desaparecidos Políticos que a lei da anistia não significa o desconhecimento dos fatos, cabendo ao Estado esclarecer e indenizar os ascendentes e descendentes dos torturados. Com as declarações do ex-sargento Marival Chaves, tomou-se conhecimento de vários nomes de desaparecidos políticos que de fato estariam mortos, vítimas de torturas, entre eles Elson Costa e Sônia Maria Lopes Moraes. Seu pai, João Luiz Moraes, pretende processar o Exército pelo sequestro, tortura, estupro e morte de sua filha.
Relatórios foram emitidos, havendo contradição entre eles:
RELATÓRIOS1)Documento do Serviço de Informações do DOPS/SP de 09/06/75 com informações retiradas de documentos no arquivo do DOPS relativos às atividades políticas em organizações de esquerda e prisão de Elson, entre 03/52, com seu nome aparecendo como simpatizante comunista em Belo Horizonte, até 25/03/75, com seus familiares prestando depoimento para a delegacia especializada a respeito de publicações em jornais sobre seu desaparecimento. Com códigos de localização de apenas alguns documentos no arquivo.
3)Prontuário/ Dossiê
Documento da Polícia Civil do Paraná de 20/05/75, com pedido de busca do CIESP/PR para o DOPS e radiograma do Serviço de Comunicações de Brasília informando que Elson Costa encontra-se detido.
3)Prontuário/ Dossiê
Documento da Polícia Civil do Paraná de 20/05/75, com pedido de busca do CIESP/PR para o DOPS e radiograma do Serviço de Comunicações de Brasília informando que Elson Costa encontra-se detido.
2)Indicações para a localização dos restos mortais de Elson Costa. Complementa as informações para a Comissão Especial Lei 9.140/95 a fim de que a morte de Elson seja reconhecida nos termos da lei 9.140/95.
Documentos apareceram, mas alguns não são verdadeiros:
DOCUMENTOS
1.      Ficha pessoal
Documento da Delegacia de Ordem Política e Social, de 01/09/65, com dados pessoais e informações colhidas no arquivo sobre atividades políticas de Elson entre 01/09/65, com seu nome constando como membro da executiva e do CC do Partido Comunista Brasileiro até 16/01/79, com seu nome aparecendo em uma relação publicada pela Gazeta do Povo do Comitê Brasileiro pela Anistia como preso político desaparecido.
2)Ficha pessoal do IML de 21/05/75.
OBS: o corpo não era de Elson Costa.
Documento pessoal
Certidão de nascimento e certidão de casamento de Elson Costa.

3)Laudo de exame de corpo delito
Laudo de exame de lesão corporal do IML/SP, de 16/05/75, realizado por Wlademar V. Júnior e Roberto C. Alves. Indica lesão leve causada por paulada e tijolada, no dia 29/03/75. Os dados do laudo não são de Elson, apenas seu nome
4)Legislação
Lei 9.140/95. Diário Oficial, Brasília, n. 232, 5 dez. 1995. Reconhece como mortas pessoas desaparecidas em razão de participação, ou acusação de participação, em atividades políticas, entre 02/09/61 a 15/08/79, e que por este motivo tenham sido detidas por agentes públicos, achando-se, desde então, desaparecidas, sem que delas haja notícias. No Anexo I desta Lei foram publicados os nomes das pessoas que se enquadram na descrição acima. Ao todo são 136 nomes.
4)Certidão
Certidão da Divisão de Segurança e Informações, da Polícia Civil do Paraná, para a Comissão Especial de Investigação das Ossadas encontradas no Cemitério de Perus, de 24/07/91. Certifica que as fichas das pessoas a seguir foram encontradas no arquivo do DOPS, em gaveta com a identificação “Falecidos”: Aluísio Palhano Pedreira Ferreira, Hiran de Lima Ferreira, Edgard de Aquino Duarte, Paulo Stuart Wright, Eduardo Collier Filho, Helenira Resende de Sousa Nazareth, Miguel Pereira dos Santos, José Huberto Bronca, Isis Dias de Oliveira, Antônio dos Três Reis Oliveira, Ayrton Adalberto Mortati, Jorge Leal Gonçalves Pereira, Luiz Almeida, Ruy Carlos Vieira Berbert, Joaquim Pires Cerveira, Virgílio Gomes da Silva e Elson da Costa.
OBS: a ossada de Elson Costa não foi reconhecida. Seu irmão Milton Costa forneceu DNA para comparação.
PEDIDO DE BUSCA
1.      Documento do III Exército, de 07/04/75. Traz a informação de que Elson seria um dos dirigentes do Partido Comunista Brasileiro (PCB). Desapareceu, com a ajuda de pessoas do PCB, e em 01/75 a sua esposa foi interrogada, sendo possível apreender material subversivo que pertencia a Elson. Ele já esteve preso em Curitiba, PR e foi cassado pela revolução de 1964.

OFÍCIO E DEPOIMENTO
1.      Ofício
Documento de Aglaé de Souza Costa, esposa de Elson, a Miguel Reale Junior, presidente da Comissão Especial da Lei 9.140/95, em 18/01/96. Ela requer a localização e entrega dos restos mortais de Elson e indenização. Em anexo estão as indicações para a localização dos restos mortais, cópia da cédula de identidade e do CPF de Aglaé.
2.      Depoimento
Documento escrito por Aglaé de Souza Costa, esposa de Elson. Informa que ele iniciou sua vida política pelo Partido Comunista Brasileiro (PCB), em Uberaba, MG. Fez parte do Comitê Central desse partido, divulgando o jornal “A Classe Operária”. Teve seus direitos políticos cassados em 1964 e passou a viver com outro nome, em várias cidades, até ser preso em São Paulo, em 1975.
3)Carta
Carta de Aglae de Souza Costa, esposa de Elson, ao Presidente Ernesto Geisel, em 08/02/75. Ela pede notícias sobre seu marido, que foi levado da porta de casa por seis homens, em 15/01/75, e desde então desapareceu.

HOMENAGEM
1)Homenagem aos desaparecidos políticos por meio dos nomes das ruas do Jardim da Toca, em São Paulo, SP, em 04/09/91, contando com a presença da prefeita Luíza Erundina, do vereador Ítalo Cardoso, dos familiares dos homenageados e de representantes da sociedade. Homenageados: Ana Rosa Kucinski Silva, Antônio Carlos Bicalho Lana, Antônio dos Três Reis Oliveira, Aluísio Palhano Pedreira Ferreira, Aylton Adalberto Mortati, Elson Costa, Hiran de Lima Pereira, Honestino Monteiro Guimarães, Ieda Santos Delgado, Maria Lúcia Petit da Silva e Sônia Maria de Moraes Angel Jones. Acompanha convite para a solenidade.
2)Em 2004, Élson Costa foi homenageado com a Medalha Tributo à Utopia, criada no ano anterior pela Câmara Municipal de Belo Horizonte para lembrar as vítimas da ditadura, mortos e desaparecidos políticos.

Maria Helena Soares de Souza, Graduada em Matemática, Doutora em Educação, Coordenadora técnica de Projetos na Fundação Padre Anchieta, São Paulo)





[1] Fonte: Movimento Tortura Nunca Mais
[2] Publicada na Isto É Independente: N° Edição:  1799 |  31.Mar.04 - 10:00 |
[3] Publicação na Folha de São Paulo em 28/05/2012
[4] A ditadura começou em 31/03/1964.





4 comentários:

guilherme teixeira disse...

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sociencia comte disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
sociencia comte disse...

http://sociencia-comte.blogspot.com.br/ Alunos : Adriele n°01 Layon n°17
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Anônimo disse...

Ola somos a thais e a thaina do 1j

Como Foi Criada A Sociologia

A sociologia foi criada em 1830.Quando o termo foi usado a primeira vez pelo filozofo Frãnds August Comte,com um esforço para entender as transformaçôes que o mundo passava pela revoluçao industrial.
A revoluçao industrial disceminou nos centros urbanos a miséria eo descontento e na segunda metade do seculo xIx,os os operarios estavam descontentes com os salarios e os comerciantes competiam entre si o que obrigaram abaixar o preço das mercadorias.
Os trabalhadores foram expulsos do canpo e foram atraidos para as cidades em busca de salários mais altos,eles passavam a criar ovelhas para os enpresários e para diminuir os custos de produçao e para isto despensavam os homens em seus lugares contratavam mulheres e crianças.
A revolucao industrial alterou o modo de vida das pessoas,trouxe novos habitos e costumes,abitos e valores que mudou o ritimo de vida;as pessoas trabalhavam do nacer do sol com a energiea eletrica o dia foi encompriado e as fabricas passavam a trabalhar em 3 turnos e passou a ser contratado e regulado,o trabalho deixu a ter interrupççoes.

Porque Estudar A Sociologia

Porque estudar A sociologia em que vivemos?nao basta vive-lá?E possivel conhecer a sociologia cientificamente? a sociedade serve para que?Essas perguntas são perguntas que muitas pessoas fazem quando encontram essas diciplina grande curiosidade e estas perguntas nao param ai.
A sociologia a ssim como as de mais ci~encias humanas,tem como objetivo compreender e explicar as permanencias e as transformaçoes que ocorre nas sociedades humanas e ate indicar algumas pistas sobre os rumos das mudanças.
com o passar do tempo os seres humanos buscam suprir suas necessidades básicas a produçao nao só de alimentos,abrigos e vestuarios mas tambem de normas de valores etc.
vivem em sociedade é particular dessa produção,po isto,a sociologia tem uma esestreita relação com a historia
Basta dizer que precisamos de ambas para explicar a existÊncia da propria sociologia esra é uma ciências que envestiga os problemas que afastam o nosso cotidiano,evidencias e as questôes sociais;nos ajuda a entender melhor essa e outras questões que envolvem nosso cotidiano,sejam elas de carater pessoal,grupal,ou,ainda,relativas á sociedade é a qual pertencemos ou a todas as sociedades.
Á sociologia nos fornecem conceitos e outas ferramentas para analizar as questoes sociais e individuais de um modo mais sistematico e consistente,indo além do senso comum;quando se coloca numa posiçao critica,incomoda muito,por que,como outras ciências humanas ,revela aspectos das sociedade que certos individuos e grupos procuram impedir que determinados atos e fenomenos sejam conhecidos do publico,de alguma forma o esclarecimento de tais fatos ques pode pertubar seus interesses ou mesmo concepções,explicações e convicçoes.
Umas das preocupações da sociologia e justamente formar individuos autonomos que se tranformem em pensadores independentes e capaz de analisar o noticiario,tipo:novelas,revistas,televisões etc...percebendo o que se oculta nos discursos e formando o próprio pensamentos e julgamento sobre os fatos,ou ainda mais importante que tenham a capacidade de fazer as proprias perguntas para alcançar um conhecimento mais preciso da sociedade á qual pertencem.

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