Perfil

Sou Maria Cristina. Fiz bacharelado e Licenciatura em Ciências Sociais, na PUC-SP, onde também fiz minha especialização em Projetos Pedagógicos com o Uso das Novas Tecnologias e o mestrado em Educação: Currículo (linha de pesquisa Novas Tecnologias e Educação). Professora da SEESP e professora universitária. O blog só tem como objetivo ampliar as discussões em sala de aula.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Sobre o nazismo

Divulgar para que não se repita!
O documentário utiliza imagens de arquivo para narrar em alemão o início do nazismo: uma ideologia puritana. Apresenta Hitler, um artista medíocre apaixonado por arquitetura ainda na Áustria, tinha arroubos artísticos bem como grande parte de seu staff, e o cerne do ideal artístico nazista: o embelezamento do mundo (e sua "higienização").
Médicos passam a eliminar fracos e deformados, a arte moderna considerada degenerada - suas imagens recriariam as deformações das pessoas deficientes. Para Hitler, a arte deveria basear-se na antiguidade clássica e mostrar paisagens bucólicas e corpos nus perfeitos.
Nesse ideal, deseja, como os romanos eliminaram Cartago, varrer Moscou do mapa, escravizar os povos eslavos e, para os judeus, a "solução final" (aliás, Hitler chegou a afirmar a respeito dos judeus que não fez nada que Lutero não tivesse recomendado).
"Arquitetura da Destruição" conclui que o nazismo não tinha objetivos políticos, mas estéticos. Para tanto, foram eliminadas milhões de vidas inocentes que não se enquadravam no ideal de beleza nazista.

(ative a legenda clicando no ícone do lado esquerdo da engrenagem)


Nenhum comentário:

Gadget

Este conteúdo ainda não está disponível por conexões criptografadas.

bolinhas bolinhas