Perfil

Meu nome é Maria Cristina. Fiz bacharelado e Licenciatura em Ciências Sociais, na PUC-SP, onde também fiz minha especialização em Projetos Pedagógicos com o Uso das Novas Tecnologias e o mestrado em Educação: Currículo (linha de pesquisa Novas Tecnologias e Educação). Sou professora da rede pública estadual paulista e Orientadora de Disciplina do curso de Pedagogia Semi-presencial UNESP/UNIVESP e UNILAGO.

domingo, 14 de abril de 2013

Concepções de Estado - parte II

C) Concepção Histórico-crítica do Estado, como a concepção crítica, parte do fato de que a sociedade se constitui por meio da ação das classes sociais em conflito (pois têm interesses divergentes). A principal diferença entre essas duas concepções reside no fato de que na concepção histórico-crítica admite-se que os conflitos entre as classes se encontram também no interior do Estado.
Assim, o Estado não é visto como uma instituição que está a serviço de todos os indivíduos (teoria liberal) e nem a serviço da classe dominante (teoria crítica). Na teoria histórico-crítica o Estado se constitui como campo de luta de classes. Os interesses que o Estado representa dependem do contexto histórico, ou seja, pode em alguns momentos representar os interesses da burguesia e em outros, representa as classes populares.
Admitem-se ações contraditórias do Estado já que esta instituição política é compreendida como um espaço de construção de interesses das diversas classes que estruturam a sociedade. Portanto, encontramos no interior do Estado, tanto agentes que procuram representar os interesses das classes populares e outros que defendem o interesses da burguesia (e isto em todos os níveis e órgãos do Estado). Por isso, a concepção histórico - crítica admite ações contraditórias do Estado, pois em seu interior encontram-se fatores e setores que "empurram"  o  Estado para o lado progressista e outros que "empurram" o Estado para o lado conservador.
Isto significa que não é possível definir a priori quais interesses predominam na ações do Estado. A essência dos projetos do Estado é apenas compreendida em cada momento histórico particular.
(leiam Antonio Gramsci, Poulantzas e Clauss Offe)

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